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Nosso lucro líquido no 2º trimestre foi de R$ 10,94 bilhões

bolsa de valores (foto: Rogério Reis/Banco de Imagens Petrobras)

Obtivemos lucro líquido de R$ 10,94 bilhões (R$ 0,84 por ação) no segundo trimestre de 2011, segundo os padrões internacionais de contabilidade (IFRS). O resultado é 32% superior ao lucro do segundo trimestre de 2010 de R$ 8,29 bilhões (R$ 0,95 por ação). O lucro antes do resultado financeiro, das participações e impostos alcançou R$ 12,05 bilhões no 2T11 e R$ 12,3 bilhões no 2T10.

No 1º semestre de 2011, o lucro líquido alcançou R$ 21,93 bilhões, 37% superior ao lucro líquido do primeiro semestre de 2010 de R$ 16,02 bilhões. O resultado refletiu o aumento na receita de vendas de 12% que foi impulsionado por: crescimento de 2% na produção nacional de óleo e gás natural e, principalmente, pelo aumento no volume vendido de derivados (+9%) e gás natural (+7%) no mercado interno, comercializados a preços mais elevados em função do aumento de 5% do preço médio de realização.

No resultado segmentado, o aumento do preço do petróleo e do volume de produção no ano influenciaram o resultado do segmento de Exploração e Produção (E&P). Porém, o segmento Abastecimento apresentou queda no resultado em função da elevação do preço do petróleo.

 

Lucro Líquido por segmento (R$ milhões)1

Segmentos(1) 2T11 2T10 1S11 1S10
Exploração e Produção 10.593 7.649 19.920 14.961
Abastecimento (2.280) (108) (2.375) 1.008
Outros Segmentos(2) 1.546 1.132 3.260 2.242

(1) Inclui transações inter-segmentos que são eliminadas para cálculo do lucro da Companhia
(2) Não considera Segmento Corporativo

 

Os investimentos alcançaram R$ 32 bilhões no 1S11, 16% inferior ao investimento realizado no 1S10, direcionados principalmente para o segmento de E&P (46%) e Abastecimento (38%), que juntos responderam por 84% do volume total investido. A maior parte dos investimentos foi financiada pela geração de caixa da Companhia que, medida pelo EBITDA, atingiu R$ 16,1 bilhões no 2T11 e R$ 32,2 bilhões no 1S11.

O nosso nível de alavancagem manteve-se em patamares confortáveis (17%), abaixo do limite que estabelecemos, que é de 35%.

A agência de classificação de risco Moody’s elevou a nota de risco (rating) da nossa dívida em moeda estrangeira de Baa1 para A3, assim como da dívida de nossas subsidiárias com nossa garantia.


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